domingo, 6 de dezembro de 2009

Olfato: O que é anosmia?


É a ausência total de olfato. Ou seja, quem tem anosmia não sente cheiro de nada – e tem o paladar comprometido, já que a língua percebe só cinco sabores (doce, salgado, azedo, amargo e unami, mais conhecido como aji-no-moto). Assim, o anósmico não pode diferenciar um café sem açúcar de um purgante, já que os dois são amargos.O otorrinolaringologista Richard Voegels explica que o distúrbio pode ter origem genética, ser causado por problemas psicossomáticos, traumas na cabeça, cirurgias nasais ou por doenças como rinites e sinusites.Além da anosmia, outros problemas olfativos são fantosmia (sentir cheiros inexistentes), hiperosmia (olfato ultra-sensível), hiposmia (anosmia parcial) e presbiosmia (perda do olfato comum na velhice).Apesar de algumas vantagens (quem não sente cheiro não se incomoda quando um flatulento pega o mesmo elevador que ele), a anosmia pode causar problemas graves, que vão de acidentes com gás ou comida estragada até depressão e distúrbios alimentares, causadas pela perda do paladar.

http://super.abril.com.br/saude/olfato-anosmia-444709.shtml

Por que temos câncer?

Um terço de nós, independentemente de alimentação, exercícios físicos ou bons hábitos, pode morrer de câncer. É uma situação que parece não fazer o menor sentido, e não só pelo sofrimento físico e emocional que a doença traz. Afinal de contas, o câncer não passa de uma guerra civil no interior do próprio organismo: algumas células de repente resolvem se multiplicar de forma desordenada e descontrolada. É uma péssima idéia, inclusive para elas: mesmo que dominem o corpo, o único resultado dessa vitória é a morte do organismo – e delas, que afundam junto. Então, por que diabos essa bagunça toda acontece?Porque, há mais de 600 milhões de anos, os ancestrais de todos os animais vivos hoje, inclusive nós, passaram a viver como um conjunto de muitas células. Essa é a principal explicação proposta pelos biólogos hoje e ganha força justamente por levar a evolução em conta.Um dos grandes problemas para um ser de muitas células, como nós, é coordenar, tintim por tintim, a formação do organismo, que depende tanto da multiplicação celular quanto da morte celular programada. É só pensar nos espaços entre os dedos: se muitas células não tivessem se suicidado na hora certa, todos nós teríamos os dedos “colados”. O processo envolve uma coreografia genética precisa: se, por algum motivo, o DNA de alguma das células programadas para morrer sofrer uma modificação inesperada, a célula em questão pode simplesmente se multiplicar fora de hora. E, pior ainda, pode fazer isso assumindo características que não têm nada a ver com o lugar do corpo onde está, ou então invadir outros órgãos em sua ânsia de virar muitas células. E nasce um tumor.

CÉLULA TRONCO “DO MAL”

O biólogo Oswaldo Okamoto, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), conta que esse processo parece ser controlado por um tipo de célula-tronco – pois é, a mesma categoria que inclui as supostas células milagrosas buscadas por médicos para reparar órgãos. Todas as partes do organismo precisam de células-tronco, que ficam num estado menos especializado, prontas a se multiplicar para corrigir uma lesão, digamos. O problema é que, se elas saem do controle, passam a usar seu potencial multiplicador para o mal, originando o câncer.Isso explica por que é difícil eliminar a doença. “A volta de um tumor após o tratamento é freqüente porque seria preciso matar todas as células-tronco tumorais. Mas basta que uma centena delas sobreviva para trazer o câncer de volta”, afirma Oswaldo Okamoto.Para completar a armadilha, há indícios de que alguns genes ligados ao câncer também são essenciais para curar ferimentos e retardar o envelhecimento. Precisamos deles para manter a saúde, mas eles também podem estar por trás de tumores. Pelo visto, para correr o risco de ter a doença, basta estar vivo.7,6 milhões de pessoas morreram de câncer no mundo em 2007. Nos países ricos, a doença deve se tornar a principal causa de morte nas próximas décadas.


http://super.abril.com.br/saude/temos-cancer-447567.shtml

Tabaco para curar o câncer



O fumo mata 5,4 milhões de pessoas por ano. Mas e se, em vez de provocar câncer, o tabaco fizesse exatamente o contrário: ajudasse a acabar com os tumores? É isso que um grupo de cientistas americanos está prestes a fazer: eles descobriram que o vírus TMV, que ataca a planta do tabaco, pode ser modificado geneticamente para combater o câncer em seres humanos.A idéia é inserir remédios anticâncer dentro do vírus, que então seria injetado no sangue o paciente. Ele passearia por dentro do corpo e só soltaria as drogas quando encontrasse um tumor. Mas por que o vírus do tabaco? Primeiro, porque ele é oco: tem bastante espaço para moléculas de remédio. “É quase como se o vírus fosse uma microsseringa”, explica o biólogo William Bentley, da Universidade de Maryland. Além disso, o bichinho age com precisão. Isso porque as células cancerosas têm peptídeos (um tipo de molécula) específicos, diferentes dos peptídeos normais. Os cientistas descobriram que, se você grudar um desses peptídeos cancerosos no vírus do tabaco, o vírus só consegue se conectar às células doentes – deixando intocadas as células saudáveis. Traduzindo: ao contrário das atuais terapias anticâncer, o tratamento à base de tabaco não teria efeitos colaterais . A pesquisa está em fase inicial, e o tratamento ainda não foi testado, mas os cientistas estão animados. Segundo eles, o vírus é inofensivo para as pessoas – parte da população, inclusive, já tem pequenas quantidades dele no organismo (pelo contato com cigarros). O único porém é que, com o tempo, o sistema imunológico humano poderia criar resistência ao TMV, acabando com a eficiência do tratamento. Mas, mesmo se isso acontecer, o tabaco do bem não vai perder seu lugar na medicina: a empresa americana Targacept está desenvolvendo tratamentos à base de nicotina para combater a hipertensão e vários tipos de doença mental. Só não vale fumar.

http://super.abril.com.br/saude/tabaco-curar-cancer-447906.shtml

Higiene faz mal à saúde


Nunca fomos tão limpos.

Por dentro e por fora: dos banhos diários à comida pasteurizada, do papel higiênico à água clorada, dos antibióticos ao aspirador de pó, uma série de avanços culturais e tecnológicos eliminaram boa parte dos microorganismos com os quais nossos antepassados sofriam. Várias doenças deixaram de existir, a expectativa de vida aumentou.
Mas esse estilo de vida asseado pode fazer mal, aumentar a incidência de certos tipos de doença.
Hoje, nos EUA, mais de 50% das pessoas têm algum tipo de alergia o dobro da década de 1980. E os jornais publicam notícias assustadoras sobre a comida: só num dos casos, ano passado, 10 milhões de quilos de carne tiveram de ser recolhidos do mercado devido a contaminação. Até o reles amendoim é tratado como se fosse ameaça biológica como há crianças que podem morrer se sentirem o cheiro dele, as escolas americanas estão criando zonas livres de amendoim.
O que está acontecendo?
Bom, lembra de quando você era criança e chegava imundo em casa? Aí sua mãe mandava correr para o banho. Ela estava errada. Se você tiver um gato antes do nascimento do seu filho, a criança nasce mais protegida contra alergia (a gato), devido às substâncias liberadas pelo animal. Isso foi comprovado em alguns estudos, diz Evandro Alves do Prado, professor da UFRJ e diretor da Sociedade Brasileira de Alergia e Imunopatologia.
Ele cita outros casos intrigantes: Alguns trabalhos feitos na Alemanha mostram que, em famílias com muitos filhos, o irmão caçula estaria protegido de alergias, devido ao contato com os irmãos mais velhos. E pessoas que moram em áreas rurais, em contato com esterco de boi, de cavalo, também acabariam mais protegidas.
Mais: além de ajudar o corpo a criar resistência contra microorganismos, a exposição a sujeiras no dia-a-dia ajudaria a refrear a fúria do sistema imunológico.
Num estilo de vida superurbano, avesso à sujeira, as células de defesa do organismo não têm tantos inimigos para combater e acabam surtando. Desse jeito, elas podem entender o amendoim, por exemplo, como um inimigo. E reagir
violentamente (na forma de uma alergia). Outra manifestação de um sistema imunológico pirado é atacar as próprias células do corpo, coisa que pode dar nas chamadas doenças auto-imunes (asma, artrite, esclerose).
É o que prega a hipótese da higiene, uma teoria que já existe há algum tempo, e que nunca foi consenso. Mas agora estão surgindo algumas pesquisas que parecem comprová-la.

http://super.abril.com.br/revista/249/materia_revista_267996.shtml?pagina=1

domingo, 8 de novembro de 2009

Nos EUA, 100 mil novos casos de câncer são relacionados à obesidade


A OBESIDADE DESREGULA A PRODUÇÃO DE INSULINA

Cientistas do Instituto Americano de Pesquisa de Câncer, afirmaram nesta quinta-feira (05/10/09) que a obesidade tem relação com cerca de 100 mel casos de câncer.Nos USA cerca de 25% da população é obesa.
O excesso de peso está ligado a quase a metade dos casos de câncer de endométrio, a camada que reveste o útero, e a um terço dos registros de câncer de esôfago.
Os pesquisadores descobriram que a obesidade desencadeia e desregula a produção de insulina e de alguns hormônios aumentando o risco de câncer.
Donna Ryan, oncologista e presidente da Sociedade Americana de Obesidade, afirma que a insulina é provavelmente a ligação entre a obesidade e os casos de câncer. “Os níveis elevados do hormônio frequentemente são observadas em pessoas obesas. A insulina é um poderoso acelerador do crescimento das células e isso afeta os tumores”, diz.
A obesidade eleva o nível de estrogênio, o hormônio feminino circulando no sangue, o que pode levar a doença.
Os outros tipos de câncer mais ligados a obesidade são o câncer de rim, do colo e do reto, do pâncreas e da vesícula.Os pesquisadores querem mostrar também a importância da prevenção da obesidade, que pode evitar muitas mortes e também um gasto astrônomico para o governo.


link: http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1368551-5603,00-NOS+EUA+MIL+NOVOS+CASOS+DE+CANCER+SAO+RELACIONADOS+A+OBESIDADE.html

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Beijo de boca protege contra doença?


VAMOS é beijar muito!!!!!!!!!!
Segundo uma publicação na revista Super Interessante, cientistas da Universidade de Leeds, no Reino Unido, descobriram que durante o beijo, o homem pode inocular o citomegalovirus - um vírus que vive na saliva masculina - na mulher. Apesar de inofensivo em pessoas adultas, o vírus pode ser extrememente perigoso durante a gravidez, levando ao aborto ou à deficiência do feto.
Por isso, a melhor imunização é beijar. Mas não vale partir para a micareta. Para garantir bons resultados, o médico responsável pela pesquisa divulgada no jornal Medical Hypotheses, doutor Colin Hendrie, recomenda que a mulher beije o mesmo homem durante cerca de seis meses antes da gravidez. Assim, dá tempo de o corpo preparar os anticorpos, o que reduz as chances de infecção do bebê.

link: http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/206710_post.shtml

Vírus se multiplicam em lago da Antártida, revela estudo


Vírus se multiplicam em lago da Antártida, revela estudo

Pesquisa publicada na “Science” mostra que lagos antárticos abrigam uma florida comunidade de vírus com uma ecologia muito específica, capaz de dar conta das condições sazonais extremas. Cientistas já identificaram uma grande variedade de bactérias, assim como micro-organismos, musgo e uma pequena variedade de crustáceos. Mas o estudo sobre esses vírus em lagos e outros sistemas aquáticos está ainda engatinhando.

Alberto López-Bueno, do Conselho Superior de Investigações Científicas, em Madri, e colegas de várias instituições acadêmicas colheram amostras do Lago Limnopolar, na ilha antártica de Livingston, e conduziram um estudo “metagenômico”, sequenciando os genes de múltiplos vírus na água.

notícia completa no g1.com.br/ciências


link: http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1368012-5603,00.html