terça-feira, 22 de setembro de 2009

CÂNCER DE PÂNCREAS






CÂNCER DE PÂNCREAS



Na segunda-feira (14/09/09), morreu o ator americano Patrick Swayze, em decorrência a um câncer no pâncreas, esse tipo de câncer é um dos tumores sólidos mais agressivos (termo usado para diferenciar dos outros tipos, linfáticos e a leucemia).
O pâncreas é uma glândulado do aparelho digestivo, responsável pela produção de ezimas, atuantes na digestão de alimentos e pela isulina-responsável pela diminuição dos níveis de gli cose (açúcar) no sangue.
O risco de desenvolver essa patologia aumenta a partir dos 50 anos de idade, principalmente entre 65 e 80 anos, com maior incidência no sexo masculino.
A maioria dos casos é diagnósticada na fase avançada, portanto, o tratamento é mais como paleativo. Mais comumente na forma de carcinoma em 90% dos casos.
Segundo dados do INCA (Instituto Nacional do Câncer), No Brasil, o câncer de pâncreas representa 2% dos casos de todos os tipos de câncer, sendo responsável por 4% do total de mortes de câncer .
Fatores de risco está muito relacionado a esse tipo de câncer, o uso dos derivados de tabaco. Os fumantes tem três vezes maior chance de desvolver essa patologia, quanto mais tempo fumar maior será o risco de adquirir a doença. Outro fator, é o uso de bebidas alcoólicas, alimentos ricos em gorduras e também a exposição a compostos químicos (solventes e petróleo) por longo espaço de tempo.
Algumas medidas de prevenção podem ser adotadas, evitar usar derivados de tabaco e a ingestão excessiva de bebidas alcoólicas é comendado adotar uma dieta balanceada com frutas e verduras.
Devido a localização do pâncreas na cavidade mais profunda do abdomem, atrás de outros órgãos, dificulta a detecção precose do câncer de pâncreas. O tumor se desenvolve sem sitomas e quando há sintomas já está em estágio avançado.
Por apresentar sintomas não específicos há uma dificuldade de diagnóstico precose. Os sintomas dependem da localização do tumor e os mais frequentes são perda de apetite e de peso, fraqueza, diarréia e tontura.
O diagnóstico é realizado através do relato dos sintomas e de exames labotatóriais de sangue, fezes e urina, outros exames podem ser solicitados como: tomografia computadorizada de abdomem, ultra-sonografial abdominal, ressonância nuclear das vias biliares e da região do pâncreas e também biópsia do tecido.
A cura do câncer de pâncreas só é possível nos casos iniciais. Nos casos possíveis de cirurgias é indicado a ressecção, dependendo do estágio do tumor.
A radioterapia e quimioterapia, associadas ou não, podem ser utilizadas para redução do tumor e alívio dos sintomas.

DOENÇA DE CROHN


DOENÇA DE CROHN

A Doença de Crohn é carecterizada por uma inflamação crônica de uma ou mais partes do sistema digestório, mas a maioria dos casos, no entanto, há uma inflamação nos intestinos delgado e grosso juntos ou separadamente. A doença recebeu esse nome devido ao medico que a descreveu em 1932.
Não é conhecida uma causa para a Doença de Crohn. Várias pesquisas tetam relaciona-las com fatores ambientais, alimentares ou infecciosos como responsáveis pela doença. Porém fumantes tem 3-4 vezes mais chances de desenvolver a patologia, particularidades na flora intestinal ( microoganismos que vivem no intestinos e ajudam na digestão) e do sistema imuni (mecanismos naturais de defesa do organismo) poderiam estar relacionados. poderiam também ser sugeridos fatores ambientais e genéticos.
Parentes de primeiro grau de pacientes com essa patologia tem 25 vezes mais chances de desenvolver a doença do que pessoas sem parente afetados.
Essa patologia tede a ter início entre os 20 e 30 anos, apesar de ter casos descritos em bebês. os sintomas mais frequentes são diarréias dor abdominal em cólicas com náuseas e vômitos acompanhados de febre moderada, sensação de distensão abdominal piorada após as refeições, perda de peso, mal estar em geral e cansaço. Pode haver eliminação, junto com as fezes, de sangue, muco ou pus. A doença altera em períodos sem qualquer sintoma com exacerbações de início e situações imprevisíveis.
A doença pode haver outras manifestações com fístulas, que são comunicações anormais que permitem a passagem de fezesentre duas partes dos intestinos, ou do intestino com a bexiga, a vagina ou a pele, essa situação expõe a pessoa a infecção por repitição.
O diagnóstico dessa patologia é feito pelo histórico do paciente e por exame clínico (Rx com contraste introduzido por via anal) ou colonoscopia (endoscopia). exames mais recentes, dois exames de sangues, conhecidos pelas siglas ASCA E p-ANCA, já ódem ser usados prar diagnósticar a Doença de Crohn, ainda que não sejam confirmátorios e tenham seu uso limitado pelo custo.
O tratamento desta patologia é individualizado de acordo com a sitomatologia do paciente de cada paciente.Como não há cura o objetivo do tratamento é o controle dos sintomas e das complições.
Não há forma de prevenção da Doença de Crohn. Os pacientes são orientados fortemente a não fumar para evitar novas exacerbações. O uso crônico dos fármacos usados no controles da doença não mostra o mesmo benefício na prevenção de novos episódios, sendo assim o uso e a suspensão da medicação no tratamento deva ser individualizado.

link:http//:www.abcdasaude.com.br/artigo.php?152

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Reação inflamatória

Etapas da reacção inflamatória

1- os agentes patogénicos e/ou células dos tecidos lesados libertam substâncias químicas, principalmente histaminas.



2- As substâncias químicas libertadas causam vasodilatação e o aumento da permeabilidade dos capilares sanguíneos da zona atingida. Como consequência, aumenta o fluxo sanguíneo no local e uma maior quantidade de fluido intersticial passa para os tecidos envolventes. A zona atingida manifesta rubor, calor, edema e dor.A dor é causada pela acção de substâncias químicas nas terminações nervosas e pela distensão dos tecidos.
3- Os neutrófilos e os monócitos são atraídos por quimiotaxia, deixam os vasos sanguíneos por Diapedese e dirigem-se aos tecidos infectados. Os neutrófilos são os primeiros a chegar e começam a realizar a fagocitose dos agentes patogénicos. Chegam depois os monócitos que se diferenciam em macrófagos.

4- Os macrófagos fagocitam os agentes patogénicos e os seus produtos, os neutrófilos destruídos na processo e as células danificadas. O pús que se acumula no local da infecção é formado por microrganismos e fagócitos mortos e por proteínas e fluido que saíram dos vasos sanguíneos. O pús é absorvido e, ao fim de alguns dias, verifica-se a cicatrização dos tecidos.





















quarta-feira, 16 de setembro de 2009

patologista " Eterno curioso "

O patologista participa do dia a dia do atendimento médico através da importância crescente do diagnóstico anátomo-patológico na avaliação do doente.

No passado, os tecidos retirados pelos cirurgiões eram enviados aos laboratórios de patologia, onde eram processados; o patologista dava seu diagnóstico e pouco se interessava pelo doente; suas relações com os clínicos e cirurgiões eram, frequentemente, pouco cordiais.

Hoje tudo isto mudou e o patologista deve conhecer o caso clínico antes de dar o diagnóstico que, muitas vezes, precisa ser amplamente discutido com os clínicos e cirurgiões.
O diagnóstico anátomo-patológico se baseia no estudo macroscópico e microscópico das lesões pode ser feito no Centro Cirúrgico, preparando-se lâminas do tecido rapidamente congelado, cortado e corado.
Além destes casos cuja conduta depende de um diagnóstico imediato, com o paciente ainda na mesa operatória, mais frequentemente os tecidos ou órgãos retirados pelos cirurgiões são estudados com mais calma em preparados histológicos estáveis e mais perfeitos. Em geral, estes preparados são obtidos após fixação dos tecidos e inclusão em parafina

A autópsia se constitue em excelente meio para o estudo da história natural da doença e oferece as condições ideais para avaliação da conduta médica e da terapêutica. Por outro lado, a discussão das autópsias com os clínicos que acompanharam o caso confere ao patologista a condição de elemento chave no aprimoramento do corpo clínico, além de se constituir em elemento importante da avaliação da qualidade do serviço médico.
Não podemos nos esquecer que pelo menos em 20% dos casos, a autópsia demonstra alterações que passaram despercebidas pela clínica. Estas discrepâncias ocorrem tanto no Brasil como nos países mais desenvolvidos da América do Norte e Europa.
A importância epidemiológica das autópsias não pode deixar de ser mencionada, pois nos Estados Unidos onde o avanço tecnológico é conhecido, cerca de 20% dos infartos do miocárdio e 15% dos cânceres só são diagnosticados pelo patologista na mesa de autópsia.

Fonte: Sociedade Brasileira de Patologia

FACULDADE LEÃO SAMPAIO NA ROMARIA 2009









A FACULDADE LEÃO SAMPAIO e os alunos dos cursos de Biomedicina e Enfermagem, teve como objetivo esclarecer a população sobre a gripe A.

Foi na manhã de 15 de novembro,que os alunos,professores e coordenadores dos cursos já citados se concentraram na Praça Padre Cícero, onde se localiza muitos romeiros, para juntos fazermos uma conscientização também como a população juazeirense presentes.

Entregamos panfletos,verificamos pressão arteial, ou seja,fizemos um belo trabalho,com ajuda de todos.

Nos surpreendemos muito com o grande número de romeiros e com a suas abordagens em relação a falta de conhecimento primário sobre a gripe A. Havia pessoas de vários lugares do nordeste principalmente.
Todos nos conscientizamos que este trabalho realizado foi de muita importância tanto para quem foi informado como para nós que fornecemos as informações. Fomos surpreendidos pela reportagem de vários meios de comunicação, um exemplo foi JORNAL O POVO, este projeto superou nossas expectativas.
Que venha muitos e muitos eventos como este, porque nós como futuros profissionais de saúde, temos o dever de esclarecer a população sobre as doenças, esse é um de vários dos nossos objetivos.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Infarto cerebral, um tipo de necrose liquefativa

Infarto cerebral é um tipo de necrose liquefativa, onde não costuma haver uma parada total, mas sim diminuição da circulação, sufciente para matar os neurônios, mas isso não impede a chegada das células sanguíneas no local. O que ocorre é o rápido aparecimento de células fagocitárias. Os macrófagos são provenientes da micróglia (esidentes no tecido) e outros provém dos monócitos do sangue. As células fagocitárias removem todo o material necrótico em poucos dias. Assim ocorre o amolecimento do tecido necrótico, que se transforma em papa, chamnado-se assim de necrose liquefativa.
CURIOSIDADE:
Muitos casos de infarto cerebral deixam de ser revertidos por falta de reconhecimento dos sintomas, o que pode ser fatal ou acarretando sérios danos cerebrais. Atualmente os médicos estabeleceram regras de acordo com três perguntas:
*Pedir a pessoa que sorria.
*Pedir que a pessoa levante os braços.
* Peça que pronuncie uma frase simples (coerente).
Constatando essas provas, é melhor que se chame o Socorro para atendimento imediato, evitando maiores transtornos.


Estresse e o envelhecimento celular



Pesquisa revela que o estresse pode acelerar o envelhecimento celular. Pesquisadores revelam que um grande período de estresse pode aumentar em 10 anos a idade biológica das células de uma mulher. Esse estudo revela que as doenças prematuras na velhice podem estar ligadas ao estresse e como se dá o mecanismo de envelhecimento. Os cientistas analisaram 58 mulheres, onde 19 tinham filhos saudáveis e o restante tinham filhos com doenças crônicas. Foram elaborados questionários para medir o nível de estresse no mês anterior, foram examinados amostras de sangue e o DNA e os telômeros de cada mulher. Na pesquisa foi observado que mulheres que apresentavam níveis de estresse psicológico maior(aquelas que cuidavam de crianças com doenças crônicas) possuiam telômeros menores. Os cientistas verificaram que a diferença dos tamanhos dos telômeros era de aproximadamente uma década de envelhecimento. Telômeros são tiras de DNA que se localizam na ponta final dos cromossomos e que a cada divisão celular eles vão diminuindo de tamanho. Quando as tiras acabam as divisões celulares ficam menos confiáveis, o que eleva as chances de doenças comuns em idades avançadas.