sábado, 17 de outubro de 2009

Síndrome do Pânico - Uma doença que assusta


A palavra "pânico" vem de Pan, deus grego que, segundo a lenda, gostava de assustar as pessoas que se aventuravam pelas florestas. Mas a síndrome do pânico é mais do que aquele eventual susto pelo qual todos podemos passar. É uma situação na qual as crises se repetem com frequência variável(algumas vezes por ano, várias vezes por dia), transformando-se numa preocupação e afetando a qualidade de vida da pessoa. Quem tem a crise apresentará tremores, sudorese, falta de ar, palpitações, tontura e dor no peito. Essa situação ocorre em geral de maneira inesperada, ainda que frequentemente a síndrome do pânico posssa estar associada à agorafobia(ágora, quer dizer praça em grego): o temor de ficar em lugares abertos, devassados. Os sintomas duram de um minuto até uma hora. A síndrome do pânico é uma situação penosa, mas para ela existem hoje vários tipos de tratamentos. O médico poderá receitar tranqulizantes ou antidepressivos. Também é importante uma psicoterapia, da qual existem várias formas, incluindo a terapia cognitiva que ajuda a pessoa a entender como surgem os temores que dão origem aos sintomas.

2 comentários:

  1. Amigas, tenho um caso de quase um ano, e parece que o trat n responde apenas engana as pessoas ao redor, pois tem variações mesmo com psicoterápicos. Como é difícil conviver com uma pessoa dessa! A doença se esconde e o paciente acha q está curado. E vc o errado!

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  2. Medo...
    Vontade de dar um grito,
    ou calar-se para sempre
    De ficar parado, ou correr
    De não ter existido
    ou deixar de existir (morrer)
    Não há razão quando a mente não funciona
    (redundante, não?)
    Vão extinguindo-se as questões
    mesmo sem respostas
    Perde-se, neste estágio,
    a vontade de saber.
    O futuro é como o presente:
    É coisa nenhuma, é lugar nenhum.
    Morreu a curiosidade
    Morreu o sabor
    Morreu o paladar
    parece que a vida está vencida
    Tenho medo de não ter mais medo.
    Queria encontrar minhas convicções...
    Deus está em um lugar firme, inabalável,
    não pode ser tocado pela nossa falta de confiança
    Até porque, na verdade, confio nele
    O problema é que já não confio em mim mesmo
    Não existe equilíbrio para mentes sem governo
    A química disfarça, retarda a degradação
    mas não cura a mente completamente
    E não existem, em Deus, obrigações:
    já nos deu a vida, o que não é pouco,
    a chuva, o ar, os dias e noites
    Curar está nele, mas, apenas retardaria a morte
    já que seremos vencidos pelo tempo
    (este é o destino dos homens)
    e seremos ceifados num dia que não sabemos
    num instante que mira nossa vida
    e corre rápido ao nosso encontro lentamente
    (ou rasteja lento ao nosso encontro rapidamente?)
    Sei lá...
    Mas não sei se quero estar aqui
    para assistir o meu fim
    Queria estar enclausurado, escondido...
    As amizades que restam vão se extinguindo
    e os que insistem na proximidade
    são os mesmos que insistirão na distância,
    o máximo de distância possível.
    A vida continua o seu ciclo
    É necessário bom senso
    não caia uma árvore velha, podre, sobre as que ainda estão nascendo.
    Os que querem morrer deixem em paz os que vão vivendo
    Os que querem viver deixem em paz os que vão morrendo
    Eu disse bom senso?
    Ora, em estado de pânico não se encontra bom senso
    nem princípios, nem razão, nem discernimento,
    nem força alguma
    Torna-se um alvo fácil
    condenável pelos que estão em são juízo
    E questionam: onde está sua fé?
    e respondo: ela estava aqui agora mesmo...
    ela não se extingui, mas parece que as vezes se esconde de mim...
    o problema é que, quando a mente está sem governo
    (falo de um homem enfermo)
    é como um caminhão que perde o freio
    descendo a serra do mar...
    perde-se o contato com a fé e com tudo o que há...
    e por alguns instantes (angustiantes)
    não encontramos apoio, nem arrimo, nem chão, nem parede, nem mão...
    ah... quem dera, quem dera...
    que a mão de Deus me sustente neste instante...
    em que viver é tão ou mais difícil que conjulgar todos os verbos...
    porque sou, neste momento
    a pessoa menos confiável para cuidar de mim mesmo...
    tenho medo, medo...
    medo de perder o medo
    de sair da vida pela porta de saída...
    medo de perder o medo
    de apertar o botão "Desliga"...

    http://progcomdoisneuronios.blogspot.com

    .

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